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[Resenha #269] Caçadora de Unicórnios - A Ordem da Leoa vol.1 - Diana Peterfreund @galerarecord


Caçadora de Unicórnios
Diana Peterfreund
Série: A Ordem da Leoa
ISBN: 9788501098603
Ano: 2013
Páginas: 364
Editora: Galera Record
Skoob
Classificação: 5 estrelas
Compre: Buscapé - Saraiva

sinopse:

Esqueça a lenda. Unicórnios não são fofinhos. Nem alados. Muito pelo contrário: são cruéis, carnívoros e venenosos. É o que Astrid cansou de ouvir de sua, digamos, "um pouco obcecada" mãe. Ao que parece, as duas fazem parte de uma longa linhagem de caçadoras de unicórnios, descendentes de Alexandre, o Grande. Ah, e o Bucéfalo? O famoso cavalo do mais temido conquistador da história? Sim, você adivinhou... Unicórnio. Claro que Astrid costumava zombar dessas excêntricas histórias - até que o namorado foi atacado por um... pônei com chifre? E salvo do estranho veneno por uma droga milenar, um remédio mítico feito à base de unicórnios e guardado com zelo insano pela mãe de Astrid. Por isso, agora ela está indo para um claustro em Roma. Um antigo centro de treinamento para caçadoras. No entanto, na antiga Ordem da Leoa, nem tudo é o que parece. Fora de seus muros, os unicórnios esperam para atacar. E dentro, Astrid enfrenta outras ameaças inesperadas: paredes cobertas de troféus de caça vibram com um poder terrível, as outras caçadoras, e até mesmo seus patrocinadores sugerem intenções escusas; mas o mais perigoso talvez seja a atração crescente por um estudante de arte... uma atração que pode pôr tudo a perder...


Resenha:

Unicórnios assassinos e um grupo de adolescentes que são as únicas com o poder de caçá-los, saltaram para o topo da minha lista, como a premissa mais original deste ano.

Quando você pensa sobre unicórnios o que lhe vem a mente? a) que eles são criaturas míticas e b ) que são belos cavalos com um chifre e seres do bem. Errado em ambos os casos, pelo menos de acordo com a mãe de Astrid Llewelyn.

"Nada de asas translúcidas. Ou relinchos suaves como o tilintar de sinos. Os unicórnios são bestas venenosas, comedoras de carne humana. Seu chifre, uma espada sempre pronta para o combate."

Astrid Llewelyn é uma adolescente de 16 anos, apaixonada por medicina e crianda por uma mãe fixada na idéia que unicórnios são como monstros com chifres venenosos, ao invés das criaturas delicadas, em tons pastel de histórias de fantasia. Sua mãe também lhe contou que sua tatara tia Clotilde matou o último unicórnio há cento e cinqüenta anos atrás. Mas, ninguém acredita em sua mãe, até que uma noite, ela dá de cara com um unicórnio. Astrid descobre que ela é uma descendente de Alexandre, o Grande, que ficou famoso por ter domado um unicórnio e de uma longa linhagem de virgens caçadoras. Como tal, é seu dever proteger a humanidade dos unicórnios assassinos que estão afligindo o mundo, atacando inocentes e só causando estragos.

De repente, a vida de Astrid é jogada de cabeça para baixo quando ela se vê partindo para Roma, para viver e treinar para ser uma caçadora, no claustro da Ordem da Leoa, lendária casa de caçadoras de unicórnios ao longo dos tempos. Aqui, Astrid vai fazer novos aliados e inimigos.

Eu amei o personagem de Astrid e eu adorei assistir seu crescimento pessoal ao longo do romance. Ela é uma personagem muito simpática, imperfeita, mas admirável, corajosa e apenas uma garota normal tentando descobrir quem ela é. Adoro personagens femininas fortes e posso imaginar que os leitores não terão dificuldade em se identificar com ela. Astrid está destinada a ser uma caçador de unicórnio, e perder uma das coisas mais importantes da vida: o amor. Na verdade, ela pode amar e ser amada, mas ela não pode ter relações sexuais. Pelo menos, não até que ela decida não ser mais uma caçadora e viver uma vida normal. É uma escolha difícil, especialmente quando ela conhece Giovanni.

Giovanni é doce e paciente, ele está feliz só de estar perto dela. Ao adicionar uma relação sem sexo na história, Peterfreund escreveu um romance que está cheio de tensão e é absolutamente cativante. Sem saber se Astrid vai escolher Giovanni ou o seu destino como uma caçadora de unicórnio, prende o leitor até o fim do livro.

Diana Peterfreund criou uma história completamente original que não só entretém os leitores, mas também discute alguns assuntos delicados, como a virgindade e o estupro. Este livro foi simplesmente incrível e maravilhoso do início ao fim. Original e cheio de ação, para não mencionar um pouco de romance. Eu não conseguia para de ler! Eu amei a mitologia em torno da história, foi absolutamente fascinante.



E o que falar da capa? Linda demais. E a diagramação, revisão e tradução excelentes.

"Caçadora de unicórnios" foi definitivamente imprevisível, eu não tinha idéia do que ia acontecer a seguir! Acontece muito mais coisas nessa história que eu inicialmente tinha previsto. Eu mal posso esperar para ler o próximo livro da série.


2 comentários:

  1. Oi Michele, tenho lido muitas resenhas positivas em relação a este livro. Eu ainda não o li, mas está crescendo a vontade de conhecer o enredo.
    Bjs, Rose

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  2. Já li Sociedade Secreta dessa autora e é um livro que adoro e não vejo a hora de terminar a série. Quando li que iam lançar um livro em que ela tratava sobre unicórnios fiquei receosa, porém, ao mesmo tempo curiosa e interessada. É tão bom ler uma resenha tão otimista como a sua, com certeza ele está mais do que garantido na minha lista de leituras futuras.

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