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[Resenha #525] Um Parafuso a Mais – Fabrício Carpenijar


Um Parafuso A Mais
Coleção Vida em Pedaços
Fabrício Carpinejar
ISBN: 9788566470543
Ano: 2014
Páginas: 96
Editora: Edelbra
Skoob
Classificação: 5 estrelas
Compre: Livraria Cultura

Um Parafuso A Mais - A Coleção Vida em Pedaços apresenta as lembranças de infância de Fabrício Carpinejar. Nas crônicas, os acontecimentos cotidianos ganham de volta a magia perdida com a chegada da vida adulta. Através das memórias do autor, temos acesso às nossas felicidades de criança.


Olá leitores!

Um Parafuso a Mais, do Fabrício é uma leitura simples e com grandes histórias. Essa é daquelas leituras de pouco menos de meia hora e também a qual você embarca numa aventura que o transportará a sua própria infância. Este é o primeiro livro da Coleção Vida em Pedaços que tenho a oportunidade de ler, e achei incrível! Logo mais vocês lerão as resenhas de: Deixa a Criança ser Tímida e Olhos de Raposa. 


Fabrício nos transporta para a sua infância. Confidencia-nos suas perdas e peripécias de criança. Conta-nos seus primeiros passos, o incentivo do avô para andar e o choro da mãe ao vê-lo segurar-se firme para dar seus primeiros passinhos. 


Um Parafuso a Mais relata a vida de um garoto que usava botas ortopédicas e vivia caindo pelas escadas e espatifava-se todo. Os adultos sempre reclamavam porque ele estava sempre no chão e acreditam que um ortopedista seria sua salvação, pois afinal de contas, onde estava o parafuso que lhe faltava?


Conhecemos também o menino apaixonado pela professora, que pega flores dos quintais vizinhos para presenteá-la, até mesmo tirando rosas do próprio jardim da “Tia” – risos! Quando a mãe esquece-se do mimo destinado a “Tia”, o pequeno sempre reclama. 


Essa parte me fez relembrar minha época da escola. Não levava presentes para os professores, mas lembro-me de que eles sempre foram muito importantes na minha vida, pois nunca chegaremos a lugar nenhum sem a sabedoria que eles – os professores – têm a nos passar. 


Vejo, nos dias atuais, como são destratados por quem os devia valorizar – não que eu seja velha – risos! Pois de fato, sou novinha ainda, mas em 1997 quando iniciei minha caminhada para a escola, lembro que ia tão feliz e tratava os professores bem. Nunca os agredi e, nos amigos secretos, sempre gostava quando eles tiravam meu nome – risos! Sabia que o presente seria melhor... rsrsrsrs
Atualmente, está ocorrendo uma inversão de valores e não sei onde vamos parar. Bom, penso que divaguei demais por aqui. 


Bom, voltando a resenha, o Fabrício nos fala da relação com os irmãos, afinal somos amigos para quase todas as horas, mas sempre têm as brigas, os desentendimentos.  E, a reconciliação sempre vem e nunca percebemos. Irmão é assim, quando brigam, se entendem sem precisar pedir perdão. Já adultos cada um trilha o seu próprio caminho e, muitas vezes, se afastam porque o orgulho ou a vida cheia de responsabilidades pode ser maior que as outras coisas. 


A estrutura do livro é linda. A diagramação é bem feita e cheia de carinho para com o leitor. As ilustrações de Eloar Guazzelli são lindíssimas.

Como o Fabrício, penso que não deveríamos envelhecer jamais - risos! Recomendo!


Resenha feita especialmente para o blog Lost Girly Girl por Fernanda do blog Amor Literário e Colaboradora do blog Lost Girly Girl

1 comentários:

  1. Adorei a resenha do livro do Fabricio, ele é um excelente escritor apesar de eu ter só lido apenas dois livros dele.

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