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Lançamentos de Junho do Grupo Editorial Record @editorarecord


     Sr. Daniels, Brittainy C. Cherry, Depois de perder a irmã gêmea para a leucemia, Ashlyn Jennings é enviada pela mãe descompensada para a casa do pai, com quem mal conviveu até então. Devastada, Ashlyn viaja de trem para Edgewood carregando poucos pertences, muitas lembranças e uma caixa misteriosa deixada pela irmã. Na estação, Ashlyn conhece o músico Daniel, um rapaz lindo e gentil. A atração é imediata, e, depois de um encontro romântico, os dois descobrem que compartilham não só o amor pela música e por William Shakespeare, mas também a dor provocada por perdas irreparáveis. O único problema é que, quando Ashlyn começa o ano letivo na escola onde o pai é diretor, descobre que Daniel é o Sr. Daniels, seu professor de inglês, com quem não pode de jeito algum ter um relacionamento amoroso. Desorientados, os dois precisam manter seu amor em segredo, e são forçados a se ver como dois desconhecidos na escola. E, como se isso já não fosse difícil o bastante, ainda precisam tentar de todas as formas superar problemas do passado e sobreviver a alguns conflitos inesperados e dramáticos que a vida apresenta – e que poderiam separá-los para sempre. 


A batalha napoleônica vista pelos olhos de uma coelha. A fazenda de Hougoumont, perto de Waterloo, foi palco de uma luta sangrenta entre ingleses e franceses em 17 de junho de 1815. E acabou sendo crucial no resultado da batalha e no destino da Europa. O que poucos sabem é que alguns dos coelhos que viviam na propriedade testemunharam a batalha, e alguns até sobreviveram a ela. Entre seus descendentes está William, um coelho branco que vive no presente, mas que se interessa muito pelo passado e busca na tataravó sua fonte de conhecimento…  A sábia de Waterloo é um livro sem igual, charmoso e profundo sobre a loucura humana e a sabedoria do mundo natural. 

Waterloo - A história de quatro dias, três exércitos e três batalhas. O confronto que deteve Napoleão. Em seu primeiro trabalho de não ficção, Bernard Cornwell combina suas habilidades narrativas com uma pesquisa histórica meticulosamente construída para apresentar a descrição de cada momento dramático da batalha de Waterloo, desde a fuga de Napoleão de Elba até o resultado da matança nos campos de batalha. Por meio de trechos de cartas e diários do imperador Napoleão, do duque de Wellington e de soldados e oficiais comuns, Cornwell dá vida à sensação de como foi travar as famosas batalhas. Sua riqueza de detalhes e relatos pormenorizados dos confrontos esclarecem as idas e vindas desses quatro dias. É uma história de decisões-chave e momentos de incrível bravura de ambos os lados, que mantiveram indeterminado o resultado final até o derradeiro embate.
Publicado para coincidir com o bicentenário do confronto, Waterloo é uma história tensa e emocionante de heroísmo e tragédia, e da batalha final que determinou o destino da Europa.
Os Anos Vertiginosos - Europa, início do século XX: um mundo à deriva, uma era pulsante de criatividade e contradições, às voltas com questões como terrorismo, globalização, imigração, consumismo, o colapso dos valores morais e a rivalidade entre as superpotências. O século XX não nasceu nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, mas nos quinze vertiginosos anos que a antecederam. Nesse curto período, surgia uma nova ordem mundial, em trágica contradição com a antiga. Foram os anos em que as repercussões políticas e individuais da Revolução Industrial fizeram-se sentir em todo o mundo: as cidades cresciam como nunca à medida que as pessoas fugiam do campo e de suas identidades tradicionais; a ciência criava novas possibilidades, e também novos pesadelos; a educação mudava a percepção de milhões de pessoas; e as mulheres buscavam mudar seu lugar na sociedade.
Da tremenda expectativa de um novo século encarnada na Exposição Universal de Paris em 1900 ao assassinato de um arquiduque Habsburgo em Sarajevo em 1914, Philipp Blom faz a crônica, ano a ano, dessa época extraordinária. Primeiros-ministros e camponeses, anarquistas e atrizes, cientistas e psicopatas misturam-se no palco de um novo século, neste retrato de uma época opulenta e instável à beira do desastre.

Mal-Entendido em Moscou - Um livro inédito de Simone de Beauvoir, publicado pela primeira vez na França em 1992.
André e Nicole, dois professores universitários aposentados que sentem o peso da idade, viajam para a União Soviética pela segunda vez na vida. Lá, encontram a filha do primeiro casamento de André, Macha, uma mulher decidida que vive na grande experiência do socialismo do século XX. Assim, inicia-se uma série de mal-entendidos relacionados a questões individuais e coletivas - a não comunicação, a ideia de envelhecer, o amor de longa data, o papel e a identidade da mulher, as expectativas políticas etc.
Mal-entendido em Moscou, que se vale das experiências de Simone de Beauvoir e de seu marido, Jean-Paul Sartre, em viagem à União Soviética, é um tocante relato sobre decepções políticas e sentimentais que lançam uma luz sobre a singularidade de nossa existência.
"Neste texto inédito, Simone de Beauvoir narra a crise existencial suprema. "
Le Figaro
- Diversos livros da autora figuram entre os livros mais importantes do século XX.
- O texto de orelha do livro é assinado por Rinaldo Gama.

O assassinato de Margaret Thatcher, Hilary Mante, Uma das escritoras mais aclamadas, talentosas e premiadas de sua geração, Hilary Mantel lança agora uma seleção de contos absolutamente poderosos. Suas principais marcas registradas estão presentes nas dez histórias que compõem este livro: personagens com uma caracterização rica, pontos de vista aguçados, ritmo e estilo de escrita fluidos e inteligentes. Histórias de expatriação e ruptura familiar, de infidelidade movida por vaidade e de morte súbita com causas sinistras provocam no leitor um desconforto bem-vindo, típico da marcante escrita de Hilary Mantel. Alcançando o nível mais profundo da experiência humana, ela escreve de forma mordaz e sem rodeios sobre casamento, diferenças de classe, família e sexo. Imprevisível, diversificado e, em determinadas passagens, até mesmo chocante, O assassinato de Margaret Thatcher reitera a habilidade magnífica de uma escritora no auge de sua capacidade criativa. 

Pare de Acreditar no Governo - Uma obra fundamental para o momento que vive o país. Por qual razão nós brasileiros, apesar de não confiarmos nos políticos, a quem dedicamos insultos dos mais criativos e variados, pedimos que o governo intervenha sempre que surgem problemas? Por que vamos para as ruas protestar contra os políticos e ao mesmo tempo pedir mais Estado - como se este não fosse gerido pelos... políticos? Por que odiamos os políticos e amamos o Estado? Por que chegamos à condição de depender do Estado para quase tudo? Bruno Garschagen busca entender como se formou historicamente no Brasil a ideia de que cabe ao governo resolver todos ou a maioria dos problemas sociais, políticos e econômicos. De Dom João VI a Dilma Rousseff, um compromisso inabalável uniu todos os governantes, inclusive aqueles chamados (erradamente, segundo o autor) de liberais ou neoliberais: a preservação do Estado monumental e mesmo o seu crescimento. Por quê? Para responder a esse conjunto de questões, o autor vasculha a história política do Brasil desde que os portugueses aqui chegaram até os dias de hoje. Com texto brilhante, leve, bem-humorado e informativo, recorrendo também às explicações de pensadores brasileiros e portugueses, tece uma espécie de conversa entre os intelectuais que refletiram sobre a cultura política do Brasil para narrar a história de um país cuja formação cultural se confunde com a onipresença da burocracia nacional.

Por Trás da Máscara - Um livro fundamental para entender as manifestações de Junho de 2013.
Neste notável e corajoso livro de estreia, desde já leitura obrigatória para o entendimento do Brasil, Flavio Morgenstern cumpre o que o título promete: desnuda sem dó, mais do que as “jornadas de junho” de 2013 em si, o espírito da insurreição e o cenário e os interesses que a incubaram.
Valendo-se de sua consistente cultura política, sólida noção de tempo histórico, leitura (e releitura) arguta do noticiário, memória incorruptível, prosa abundante e humor desconcertante, o autor investiga e destrincha – com técnica original e abordagem inédita – aquela imensa onda de manifestações, tão imediatamente comprada como histórica quanto ainda hoje incompreendida.


Os melhores poemas de um poeta brasileiro fundamental Escritos ao sol reúne o melhor da produção poética de Adriano Espínola, um dos mais renomados poetas brasileiros vivos, desde a publicação do clássico Táxi (1986) até Praia provisória (2006). Exaltado e profundamente respeitado, Espínola é um poeta ao mesmo tempo rigoroso e acessível, com uma obra urbana e cosmopolita.

1 comentários:

  1. Olá Michele,

    Muita coisa boa, só falta dinheiro e tempo pra eles...kkk..bjs.

    devoradordeletras.blogspot.com.br

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