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[Resenha #1168] O Código Da Vinci Edição especial para jovens - Dan Brown @editoraarqueiro


O Código da Vinci
Dan Brown
ISBN-10: 8580416256
ISBN-13: 978-8580416251
Páginas: 312
Editora: Arqueiro
Ano: 2016
Edição: Especial Para Jovens 
Idioma: Português
Classificação: 4 estrelas
Skoob
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Sinopse:

“Dan Brown é uma leitura obrigatória. O Código Da Vinci é fascinante – perfeito para entusiastas de história, amantes de quebra-cabeças, loucos por conspiração e qualquer um que aprecie uma narrativa instigante. Amei este livro.” – Harlan Coben, autor de Não conte a ninguém
O Código Da Vinci , livro que consagrou Dan Brown como um dos autores mais brilhantes da atualidade, ganha uma nova versão, especialmente preparada para o público jovem, com fotos coloridas que enriquecem ainda mais o livro.
Um assassinato dentro do Museu do Louvre traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. Com a ajuda da criptógrafa Sophie Neveu, o professor de Simbologia Robert Langdon segue pistas ocultas nas obras de Leonardo Da Vinci e se debruça sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental – do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.
Mesclando os ingredientes de um envolvente suspense com informações sobre obras de arte, documentos e rituais secretos, O Código Da Vinci consagrou Dan Brown como um dos autores mais brilhantes da atualidade e agora chega em nova versão, especialmente preparada para o público jovem, com fotos coloridas que enriquecem ainda mais o livro.



Resenha:

Que Robert Langdon é o cara ninguém duvida! Ele é o suprassumo, uma mina inesgotável de conhecimento sobre a igreja católica, doutrinas nada ortodoxas e grandes segredos que envolvam fatos religiosos. Dedicado a uma vida de pesquisas sobre religiões, símbolos ocultos e teologia ele é um renomado professor de Harvard, onde leciona simbologia religiosa. 



O Código Da Vinci começa, com Robert Langdon em Paris. Ele foi convidado a ministrar uma palestra na conceituada The American University.  Após sua palestra ele se encontraria com o curador do Museu do Louvre, Jacques Saunière. Porém Saunière não aparece e o encontro não se concretiza. Robert é acordado no meio da noite pela polícia judiciária parisiense. Saunière foi assassinado no Grande Salão do Louvre e a polícia necessita da ajuda de Robert para ajudar a lucidar o crime.





O capitão da polícia Bezu Fache suspeitava no envolvimento de Robert e esperava que com sua “ajuda” ele se incriminasse no decorrer das investigações. As coisas realmente se complicam, pois apesar de Saunière antes de sua morte ter deixado pistas que ajudassem na resolução do caso, Robert não consegue decifrá-las e tudo leva a crer que Robert é o suspeito numero um.
Porém, Sophie Neveu, neta de Saunière interrompe na cena do crime afirmando ter decifrado o emaranhado de números supostamente aleatórios deixados ao lado do corpo de seu avô.  Ela afirma que os rastos deixados eram pra ela e não pra Robert. Ele seria apenas seu aliado na busca de respostas, além de ser considerado inocente. 


Eles conseguem fugir das mãos de Fache, e assim começam a estudar com calma as pistas deixadas por Saunière. A partir desse momento o que era bom fica melhor e o ritmo do livro se desenrola de maneira vertiginosa. Eles resolvem enigmas e se aprofundam cada vez mais em situações de tirar o fôlego. A tensão pelas páginas é palpável, e quando tudo parece desmoronar as peças se encaixam de uma maneira a deixar o leitor atônito. 
Infelizmente não posso contar mais da história, porém a obra é única. Dan Brown mais uma vez consegue dar vida a símbolos, religiões e histórias da Igreja Católica. O autor mostra momentos históricos com uma simplicidade e autenticidade que assusta e se é verdade ou não fica o questionamento e como leitora só chego a uma conclusão: esse homem escreve demais!


Li o livro na edição normal, mas fiquei curiosa quando a Editora Arqueiro lançou essa edição especial para jovens. A fonte utilizada e o papel pólen ficaram bacanas, porém se a intenção era destacar as imagens para que as mesmas despertassem a atenção de um público mais jovem, acredito que a estratégia da editora não tenha sido a contento, tendo em vista que as ilustrações se concentram apenas no centro do livro. A primeira coisa que fiz foi folhear a procura de algo que realmente chamasse a atenção, todavia encontrei apenas uma edição sem grandes atrativos, já que as fotos coloridas ficaram perdidas no meio da história. Sinceramente faltou um trabalho de diagramação mais apurado, levando o leitor a fazer uma conexão imediata entre imagem e a narrativa. 


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