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[Resenha #1283] Tudo e Todas as Coisas, de Nicola Yoon @Novo_Conceito @NicolaYoon ‏


Tudo e Todas as Coisas
Nicola Yoon
ISBN-13: 9788581637884
ISBN-10: 8581637884
Ano: 2016
Páginas: 304
Editora: Novo Conceito
Classificação: 4 estrelas
Skoob
Compre: Amazon

Sinopse: "Minha doença é tão rara quanto famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Qualquer coisa pode desencadear uma série de alergias. Não saio de casa. Nunca saí em toda minha vida. As únicas pessoas que já vi foram minha mãe e minha enfermeira, Carla. Eu estava acostumada com minha vida até o dia que ele chegou. Olho pela minha janela para o caminhão de mudança, e então o vejo. Ele é alto, magro e está vestindo preto da cabeça aos pés. Seus olhos são de um azul como o oceano. Ele me pega olhando-o e me encara. Olho de volta. Descubro que seu nome é Olly. Talvez eu não possa prever o futuro, mas posso prever algumas coisas. Por exemplo, estou certa de que vou me apaixonar por Olly. E é quase certo que será um desastre."




Resenha:

Tudo e Todas as Coisas é narrado por Madeline, uma garota de 18 anos que vive sua vida dentro de casa, tendo sua mãe como médica e Carla como enfermeira. Sua mãe é sua melhor amiga e essa é a vida que Madeline sempre conheceu. Diagnosticada com Imunodeficiência Combinada Grave (IDCG), Madeline encara sua doença de forma leve e gosta da vida que tem.




No entanto, toda essa estabilidade é colocada à prova quando um caminhão de mudança chega à casa ao lado. Olly é seu novo vizinho e observá-lo faz com que Madeline comece a desejar coisas que ela sabe que não pode ter. O livro chama a atenção pela premissa original e por despertar em nós o desejo de saber como esse impasse será resolvido. 

“Pela primeira vez em muito tempo, desejo mais do que aquilo que tenho.” p. 83



Madeline é uma personagem adorável. Diferente da maioria dos adolescentes dos livros, Madeline ama sua mãe, aceita a vida que tem, tentando aproveitá-la ao máximo da melhor forma possível e sempre trata aqueles que estão a sua volta com simpatia. Mesmo estando em uma situação extrema, Madeline não é antipática e/ou revoltada e esse foi um dos aspectos que mais gostei no livro. Olly também é muito carismático. Gostei da forma como a vida do personagem é explorada, mostrando que ele também tem seus problemas.

“A vida é um dom. Não se esqueça de vivê-la.” p. 140







A composição do livro é muito original, lembrando um diário, cheio de imagens, gráficos, mensagens e e-mails. Isso ajuda a compreendermos mais a personagem e sua rotina, além de deixar a narrativa muito mais leve e divertida. O final é bastante surpreendente, mas, me pareceu abrupto demais, dando uma solução milagrosa para os problemas que a protagonista enfrenta. 

“Eu era feliz antes de conhecê-lo. Mas agora estou viva e isso não é a mesma coisa.” p. 177



Mesmo assim, de modo geral, eu gostei do livro. Não foi um livro que mudou minha vida e certamente não figurará entre os meus preferidos, mas, é um livro agradável, fácil e rápido de ler, ideal para ressacas literárias ou para ler entre um livro e outro mais pesados. Recomendo especialmente para quem gosta de romances fofos.

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